sábado, 10 de maio de 2008

matemática

A interdisciplina representação do mundo pela matemática me levou a refletir sobre a importância de trabalhar os conceitos de número, dentro de um contexto, pois ele faz parte da vida de qualquer ser humano, como tivemos a oportunidade de constatar a partir do exercício, “ os números em minha vida”, e desenvolver estes conceitos de forma significativa, para as crianças desde a infância, permitindo desde cedo desenvolver o pensamento lógico matemático, importante para outros conhecimentos ao longo de sua vida. Perceber a importância da compreensão das estruturas lógicas da classificação, ordenação e seriação para a apreensão dos conceitos de número e sua conservação, repensando nossa prática pedagógica e socializando nossa forma de trabalhar tem proporcionado um bom crescimento para trabalhar matemática com mais propriedade.

domingo, 27 de abril de 2008

Postura Investigativa

Investigar, questionar, parecem ser as palavras-chave deste eixo IV.
Investigativa, esta deve ser a postura do professor para trabalhar a matemática, as ciências e os estudos sociais. Investigar o conhecimento que o aluno tem sobre o tema a ser trabalhado. Conciderar estas idéias e suas concepções para poder problematizá-las e a partir delas integrar novas informações e conceitos. Isso parece interessante. O papel do professor como condutor na construção das aprendizagens dos alunos. O aluno buscando informações e construindo o conhecimento. Sem respostas prontas e acabadas, o professor não é o único detentor do conhecimento e nem o aluno é um ignorante por completo.

Desacomodar

O semestre iniciou e com ele muitas atividades, muitas leituras que estão me levando a questionar e refletir sobre meu fazer pedagógico.
Preciso dizer que isso me desorganiza, me deixa anciosa e tenho dificuldades de expressar e registrar minhas idéias, e também minhas dúvidas. Assim vou adiando meus registros.
Encomoda-me desacomodar-me.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Estamos iniciando um novo eixo, diferente do eixo anterior, que nos trouxe o papel das diferentes artes para o nosso fazer pedagógico, as possibilidades de envolvimento em atividades prazerosas e viajar em novos conhecimentos. O novo eixo vem com as disciplinas do nosso currículo obrigatório, matemática, ciências, estudos sociais. Minha expectativa é grande sobre o que vamos aprender, pois mesmo trabalhando com estas disciplinas diariamente, como professores, com certeza este trabalho tem sido deficiente visto os baixos índices de aproveitamento escolar que vem sendo divulgado em todo o país. Mesmo sendo do nosso estado os melhores índices, eles não estão nas escolas públicas que são a nossa realidade. Então como e o que trabalhar nestas áreas do conhecimento para que ocorram aprendizagens?

domingo, 6 de abril de 2008

Reflexões apresentação final do eixo III
A atividade final do eixo III foi muito rica por proporcionar a organização de minhas aprendizagens e mostrar a importância do portfólio, ou seja, a importância de fazer registros sistemáticos da caminhada, conduzindo a reflexão para auto-avaliação das aprendizagens.
Mesmo tendo passado por esta experiência no final do eixo I, encontrei dificuldades para escolher uma interdisciplina que provocasse e modificasse substancialmente meu fazer pedagógico, as modificações ficaram mais no campo das idéias posto que não esteja em sala de aula, conduzindo minha fala para a importância do conhecimento como imprescindível para o sucesso no trabalho com os alunos.
O desfecho da atividade nos oportunizou exercitar nossa oralidade, qualidade indispensável para ser professor
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domingo, 23 de dezembro de 2007

contando história



A noite da contação de história foi um sucesso. Nesta atividade ficou evidente como as interdiciplinas trabalhadas no semestre se complementam. Para realizá-la fizemos uso da música, das artes plásticas, da encenação de uma forma prazerosa e muito lúdica.

Ludicidade


O texto nos leva a rever tudo o que vimos ao longo do semestre em ludicidade e educação, começando pelo que entendíamos por brinquedo e jogo, levando-nos a refletir sobre o lúdico e como ele está posto em nossas práticas pedagógicas, em nossas salas de aula, em nossas escolas. Em especial o papel do lúdico no processo de aprendizagem dos nossos alunos, na sua construção como ser humano, e de acesso aos bens da cultura e das ciências.
Compreender a contribuição do jogo para a escola implica em mudanças de conceito para o ato de ensinar e aprender. Quem ensina e quem aprende neste jogo?
Trago aqui o primeiro recorte do texto que para mim contempla uma realidade do nosso cotidiano. “Não costuma ser difícil convencer os educadores da importância do jogo no desenvolvimento humano. Seu trabalho constantemente confronta-se com este fato. ... ...Convencê-los da importância para a aprendizagem, no entanto não é simples... ...Se examinarmos detalhadamente as práticas pedagógicas predominantes na atualidade constataremos a inexistência absoluta de brinquedos e momentos para brincar na escola.”
Estamos arraigados a uma cultura que nos foi imposta, que brincar desqualifica o ensino, afinal escola é lugar de aprender e o ato de aprender exige seriedade. Desconhecemos que nada é mais sério que uma criança brincando, basta observarmos sua compenetração ao brincar. Somos fruto de uma educação diretiva, tributária do empirismo.
Também aqui busco a fala da professora Tânia, na entrevista que assistimos, onde ela diz que; “brincar é um dos instrumentos de transformação mais caros.” Isso vai requerer de nós muito investimento, muita coragem de mudar, muita lucidez e muito compromisso com o ser humano. Pois a partir da leitura do texto “sala de aula é lugar de brincar”, e de tudo o que vimos nesta interdisciplina penso que trazer o lúdico para a sala de aula não é tarefa tão simples, vai além da vontade e passa pelo conhecimento científico da nossa parte.
Hoje posso dizer que boa parte desse conhecimento me foi proporcionado por esta e as demais interdisciplina trabalhadas no semestre e as vejo como suporte do desenvolvimento e das aprendizagens dos nossos alunos de forma envolvente e prazerosa. Aventurar-se nas possibilidades de criar e construir conhecimento com o próprio corpo, com o jogo das palavras, das cores, da música é um rico desafio.Acredito que para nós do Curso da PEAD o desafio de brincar na sala de aula, foi lançado, com certeza já não somos mais os mesmos.