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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Visitando o eixo VI encontrei o texto que já estou usando para construção do meu TCC, quando estudo sobre os Projetos de Aprendizagem, seus limites e possibilidades nas classes de alfabetização. O textoEpistemologia Genética e construção do conhecimento” da Tania Beatriz Iwaszko Marques, que apresenta os estudos de Piaget sobre a gênese das estruturas cognitivas, explicando-a pela construção, mediante a interação radical entre sujeito e objeto. Busquei este texto para conceituar aprendizagem na teoria piagetiana, que distingue a aprendizagem no sentido amplo (lato sensu) e a aprendizagem no sentido estrito (stricto sensu): “no sentido restrito, fala de aprendizagem na medida em que um resultado (conhecimento ou atuação) é adquirido em função da experiência”. Por outro lado, considera a aprendizagem no sentido amplo como a “união das aprendizagens s. str. e desses processos de equilibração” (PIAGET, 1974, p.54). Quando entramos em contato com um novo conhecimento, acontece um desequilíbrio, então é preciso assimilar essa novidade incorporando às estruturas já esquematizadas, que pela interação dá início ao processo de acomodação. Entender o processo que os sujeitos aprendem é fundamental para ensinar. E nesse sentido o professor passa a ser um aprendente, para perceber o que o seu aluno sabe, condição prévia para novas aprendizagens.

Assim vejo nos Projetos de Aprendizagem a possibilidade de desequilibrar os alunos, no sentido piagetiano, quando valoriza as concepções construídas a partir do senso comum colocando-os em xeque para aproximá-los do conhecimento científico.

domingo, 13 de setembro de 2009

Muitas expectativas

Estamos dando início a mais um semestre do nosso curso. Nossas aulas presenciais já nos chamaram a realidade de pensar questões muito relevantes da nossa prática pedagógica. A questão das diferentes linguagens que fazem parte do cotidiano dos nossos alunos e que não podemos ignorar sob pena do fracasso do nosso trabalho. Esse universo das linguagens precisa estar presente quando planejamos nossa prática. Quem é este aluno e o mundo que o cerca. Então vamos ter a oportunidade de aprender sobre a linguagem dos sinais, que não faz parte do meu cotidiano e também a proposta de trabalho da EJA, um tema que tenho muito para conhecer e aprender. Tenho muitas expectativas de aprendizagens com as interdisciplinas do eixo.